quarta-feira, 23 de julho de 2014

Análise de um (novo) clássico... The Elder Scrolls V Skyrim...

O conto do herói genérico moderno...

Lá está você prestes a ver o mundo rodando enquanto um carrasco lhe corta a cabeça, aí chega o dragão, toca o terror no vilarejo. Você escapa, e logo depois descobre que é o Dragonborn... O CARA... O pica das galáxias.

Mesmo assim cê continua ajudando todo mundo... Nada como ter humildade né...

Aí você vai lá, salva o mundo de um dragão ultra poderoso, destruindo algumas dezenas de seus pares antes deste embate final... Não me pergunta por que não atacaram todos ao mesmo tempo, ao ver dragão após dragão ser eliminado... Acho que superestimam a capacidade intelectual dos dragões.

Também pudera tantos dragões caírem aos pés do Dragonborn... Nada se compara a sua habilidade incrível de usar um "lança chamas" em uma mão, enquanto a outra golpeia furiosamente o inimigo com uma espada... Praticamente um canivete suíço.

Aí, depois de visitar o mundo dos mortos, e detonar o poderoso Alduin, "The World Eater" (que nem é tão poderoso assim) você continua passeando pela belíssima terra do norte, com belos riachos que descem pelas montanhas geladas.


E esta terra do norte é linda mesmo, por diversas vezes você tem que simplesmente parar e dar um print na tela, criando seu papel de parede pelas próximas semanas, até encontrar outro lugar tão lindo quanto o primeiro, ou até mais.
Detalhe que o game fica ainda mais lindo por conta da comunidade modder que foi a loucura...

A música é épica e tem o "enquadramento" perfeito para cada momento, quem dera minha vida tivesse uma trilha sonora dessas.
A música tema...

Isso tudo para você esbarrar em um guarda de uma cidadela e o filho da mãe te chamar de "Scum"...

A aventura é épica, a batalha contra o chefão, idem, a música também, o terreno também... Então por que fiquei com aquela sensação de vazio quando terminei o jogo?

Jogue, Skyrim é um dos jogos mais divertidos da última década... Só não espere a narrativa de um Metal Gear Solid...

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