quarta-feira, 9 de julho de 2014

Análise... Ducktales Remastered...

Muito mais que um jogo...

Sabe, quando bati o olho na primeira notícia sobre esse Remake, e vi a imagem do Tio Patinhas saltando
com a bengala, meu coração parou por alguns instantes... Quando vi o primeiro trailer então, aquele com a música tema remasterizada... Segurei pra não correr uma porcaria de uma lágrima no canto do olho...

Joguei o original no Nes uns 20 e tantos anos atrás, lembro que jamais conseguia encerrar a fase The Moon, aqueles malditos patos que ficavam saltando pra lá e pra cá... Podia atirar o controle naquela enorme tv de tubo... Mas se atirasse, meu pai me quebrava a cara...

Lembrava também da música orquestrada incrível, dos gráficos sensacionais, dos personagens tão bem feitos... Ah não era assim? A gente tinha que se virar com o que tinha, a cabeça acabava completando a experiência...

Pra mim, o jogo era exatamente como esse remake, tanto que, conforme passava as fases, a nostalgia ia sentando mais e mais... Praticamente podia ouvir minha mãe berrando da cozinha que o almoço tava pronto...

O trabalho de arte é algo fora do sério, é um desenho que você controla, as animações dos personagens, o Tio Patinhas descendo e subindo as cordas balançando até o rabinho... Cara, que negócio lindo... Tudo tão colorido, tudo tão, oldschool...

As músicas, versões remasterizadas, mas sem ser aquela BOSTA que a Capcom costuma fazer nos seus remakes, que a música acaba quase irreconhecível... Não, aqui, quando cheguei a fase The Moon, a lágrima aquela, que consegui segurar antes... Aqui ela correu... Era a música que eu ouvi 20 e tantos anos atrás... A música do desafio que nunca concluí... Até então...
Outro dia terminei ele e senti aquele aperto no peito, tipo quando você dá adeus à um velho amigo...

Quando algo te proporciona uma experiência como essa, acho um crime chamar apenas de jogo... DuckTales Remastered, pra mim foi algo único...

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