quarta-feira, 8 de outubro de 2014

O incrivel post do dia das crianças do Edknight

Salve galera, essa semana, por uma ordem sugestão de nossa colaboradora +Liliane Maria Santana  (a.k.a. lica), todos os porqueiros do blog estão postando jogos que construíram seu 'eu' gamer. Hoje é meu dia de participar na balbúrdia.

Olha que godinho filiz com seu Kamen Rider e o primeiro Console.







Meu primeiro videogame, que ganhei ali no meu aniversário de 3 aninhos, foi uma pérola dessa aí: Milmar Memory Game, um clone BR do Atari, com uma porrada de joguinhos na memória. Infelizmente, quem é falho de memória sou eu, então vou citar aqui os dois jogos que me lembro. O primeiro era o famoso joguinho que anos mais tarde descobri que se chama Pitfall, as famosas aventuras de um caçador de recompensas que parece uma mistura de Indiana Jones com Tarzan. O outro, eu só sabia que era o jogo de um supermercado, e essa semana acabei encontrando-o no Google: Keystone Kapers, um jogo de plataformas super divertido, onde você controla um policial, tentando capturar um bandido dentro de um mercado. Eu suponho que seja um mercado, já que surgem carrinhos de compras pra te atropelar. Mas também pode ser um shopping simples, já que tem elevadores e escadas rolantes. Mas isso não importa. O que importa é saltar sobre os carrinhos de supermercado e pegar o bandido.






Depois do Memory Game, as lembranças do desmemoriado aqui começam a ficar um pouco mais claras. Foi a época que ganhei meu Master System, com um jogo do Sonic na memória. Devido à condição financeira da família, passei anos jogando só esse jogo, e foi nessa época que deixei de ser casual, já que a incessante repetição me fez 'platinar' esse jogo. Depois de tempos, acabei ganhando mais alguns poucos jogos para o console, sendo os mais memoráveis Chuck Rock (a história de um homem-das-cavernas pançudo para resgatar sua esposa), Son of Chuck Rock (continuação desse jogo, estrelada pelo filho do Chuck), e MoonWalker (isso, o jogo do Michael Jackson, baseado naquele filme trash, onde ele enfrenta o mal, salva criancinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) e dança pacas). Lembro de andar segurando o botão de ataque, e ele andava fazendo o Moonwalker, sem contar o botão de especial que faz uma coreografia baseada no estágio corrente (Thriller nas fases do cemitério \o\ \o\ \o\ /o/ /o/ /o/)






Algum tempo depois dessa época, veio o SNES. Como morador da Zona Leste de Sampa, minha mãe sempre comprava joguinhos para evitar que eu, agora um pouquinho maior, quisesse brincar na rua. Então essa época foi mais rica em quantidade de jogos, e em parcerias pra jogar, já que minha mãe costumava jogar comigo o Goofy Troop (Pateta e Max, um jogo da Disney que, na minha opinião, merecia aquele tratamento dado ao Duck Tales e ao Castle of Illusion). O jogo tem uma pegada bem cooperativa, já que era mais fácil jogar 'de dois', com o Pateta fazendo o papel de fortão, e o Max sendo o personagem ligeiro. Minha mãe sempre jogava com o ligeiro Max, atraía os inimigos pra virem correr atrás do Pateta, e ainda jogava vasos em mim para atordoar meu personagem. HUE total. Meu pai também jogava comigo às vezes, mas as nossas jogatinas eram de Mortal Kombat 3. Eu tinha feito umas trapaças pra aumentar o handicap pro meu personagem, e geralmente ganhava dele com dois ou três golpes, até o dia que ele descobriu porque perdia tão rápido e me fez resetar o jogo às configurações originais.

Além desses jogos, houveram vários outros que joguei solo, como o jogo que me ensinou de verdade a jogar plataformers, Super Mario World. Também joguei Donkey Kong (vários deles, na verdade, sem conseguir finalizar nenhum), Street Fighter 2, Top Gear (esse eu jogava sozinho mas não conseguia passar nem uma fase, ai joguei coop com um tio e ele me ensinou os paranauê de gerenciar combustível e nitro, e aí virei um verdadeiro Senna), diversos Beat'em Up (em especial, Final Fight e Captain Commando), e Congo's Caper (esse eu joguei alugado, mas marcou bastante minha infância, e só demorei pra rejogá-lo porque não lembrava o nome do jogo, pra mim era o 'jogo do menino macaco).


No fim da fase infantil, veio o Playstation, um console que marcou o fim da minha infância e me fez gostar da marca, até os dias atuais, daí minha preferência pela plataforma, que é algo que não escondo (embora não seja exatamente sonysta, já que também jogo em plataformas da Nintendo, e no PC). Games de aventura que me marcaram, como Crash Bandicoot, Spyro The Dragon e Croc, meu primeiro jogo do Bomberman, que achei divertidissimo, e alguns RPGs que me levaram a ter uma preferência indiscutível a esse gênero, como Vagrant Story e o tático Front Mission 3 (pra mim, os dois melhores jogos já lançados para o console)



Bom, esses são os jogos que marcaram a infancia do garoto aqui. Outros grandes jogos que fazem parte de meu caráter como jogador, vieram alguns anos mais tarde, quando peguei um PS2, já na adolescencia. Mas isso é papo pra outro post. Caso você tenha alguns jogos interessantes que jogou na infância, deixe um comentário aí embaixo. Até mais!

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