segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Terceira temporada de Lore de Lordran

Oh hello there sunbro... Aqui estamos novamente para iniciar a terceira temporada do Lore de Lordran, desta vez, falando sobre os locais de Lordran.

Um pouco sobre esse novo capítulo do Lore de Lordran, as locações. Pretendo lançar a cada nova postagem deste lore duas em duas locações, e tudo de importante que existe nelas, mas hoje, depois de um hiato de mais de mês, resolvi passar 4 regiões completas em uma tacada.

Como de costume, aviso que haverão gorilhões de spoilers no texto abaixo, então siga por conta e risco.

Ao final de cada temporada, faço um compilado, revisado e com imagens para facilitar a vida de quem vai chegando, então, se quiser acompanhar desde o início o Lore de Lordran, clique aqui.


O Depósito de Mortos e a Encruzilhada do Mundo.

Tão logo acordamos na nossa cela, sem lembrar do que ou quem somos, estamos na forma pútrida dos não-mortos. A cicatriz em nosso peito, de onde a nossa humanidade foi sugada, quando deixamos de morrer denota isso... Mas qual é a razão de estarmos ali?

Em um exemplo de solução paliativa, Gwyn ordenou que um Asilo, ou depósito, em uma visão mais realista, fosse construído para enviar aqueles não-mortos. Muito além de um incômodo, aqueles que eram impedidos de morrer estavam fadados a se tornar Vazios, e então, um perigo à qualquer vivo próximo. 

Mais que isso, Gwyn sabia da profecia, do sinal da alma negra, aquele sinal que mudaria o mundo de uma vez por todas, acabando com a Era de Fogo como ele, acabou com a Era dos Dragões, eras atrás. Gwyn então ordenou que todos os não-mortos fossem enviados para aquele lugar, e deixou diversos soldados cuidando da fortaleza. Todos se tornaram Vazios, com o decorrer do tempo. 

Como a solução de Gwyn havia falhado, a feiticeira de Izalith tomou a frente e enviou dois de seus "soldados" para cuidar daqueles que tentassem deixar o local. Stray Demon e Asylum Demon, ambos em formas humanas, quando chegaram ao Asilo. Afinal de contas, como teria o Stray Demon adentrado o subsolo? E por que ambos carregam os Catalysts de Izalith? 

O Asylum Demon foi quem abateu Oscar de Astora, depois de jogar a chave para deixarmos nossa cela. Oscar na certa recebeu o golpe e atravessou o buraco no telhado, caindo quase morto, em nosso caminho.
Quando viajamos ao Asilo novamente, ele está repleto de perigos maiores que no início de nossa jornada, sejam não-mortos mais poderosos, seja o Black Knight de Gwyn que vaga pelos corredores. Por que? Que força nas trevas teria ordenado aquilo? Gwyndolin? Não devemos esquecer que diversos cavaleiros negros infestam Anor Londo, principalmente, dentro dos aposentos que cercam a catedral onde enfrentamos Smough e Ornstein. 

Quando retornamos ao Asilo, encontramos Oscar de Astora, Vazio. Na certa, morreu em decorrência à seus ferimentos, pelo ataque do Asylum Demon. O homem que concebeu o Chosen Undead, aquele que destruiria os demônios e deuses todos da terra, trazendo a Era dos Homens à luz do mundo, morreu... Sozinho, e então, voltou à semi-vida, atacando aquele que criou. 

Em Dark Souls não existem finais felizes. 

Na cela que ocupávamos, um outro não morto está, e o guardando, um cavaleiro negro. A razão de um guerreiro tão poderoso estar guardando uma simples cela se dá pelo que o morto ali dentro carrega. Um boneca. 

Essa boneca misteriosa exala magia e na certa é muito importante, mas qual a razão de ele estar ali? Teria fugido do seu lugar de origem, com uma chave para a porta de onde veio? Qual seria o seu objetivo? Teria ido ali por escolha própria, tentando encontrar o Chosen Undead e lhe entregar a chave? 

Existem dezenas de indícios no lugar de onde este homem veio, que comprovam a influencia de Velka, deusa do pecado, na jornada do Chosen Undead. Este seria apenas mais um. 

Ao passarmos pelo Asylum Demon, abrimos caminho ao topo do Asilo, onde outro símbolo de Velka nos tirará do lugar. 

Chegando a Firelink Shrine, encontramos o Crestfallen Warrior, um guerreiro caído. Teria desistido de sua jornada? Temos acesso a uma armadura semelhante à dele no vendedor de Undead Burg, teria chego até ali? Ou o covarde teria chego ao Taurus Demon? 

Pouco importa. O que importa é que ele nos passa a principal instrução da primeira metade de nossa jornada por Lordran, o ressoar dos Sinos do Despertar. Um acima, outro abaixo. 

E realmente é o máximo de informação que você precisa, descendo pela escada em espiral na Firelink Shrine, passando por Anastacia de Astora, você terá acesso ao elevador que leva à New Londo e, em um canto, onde os sem paciência jamais encontrarão, o acesso à Blight Town, sala de entrada ao Sino do Despertar. 

Por outro lado, seguindo pela encosta da montanha, até o aqueduto, chegaremos a Undead Burg, e logo mais, Undead Parish, lugar do outro Sino. 

Um pouco adiante, seguindo pela piscina natural à frente da estátua misteriosa, um cemitério que fica sobre as catacumbas, na certa onde os mortos eram enterrados num pasado recente, antes da invasão de Pinwheel ao submundo e a guerra contra Nito, o Deus da morte. 

Este cemitério foi usado para descanso de nobres guerreiros, uma vez que encontramos até mesmo esqueletos de gigantes, revividos. 

A piscina por onde passamos, não é uma piscina, e sim o berço de uma criatura ancestral, uma das serpentes primordiais, Frampt. Quando fazemos ambos os sinos ressoarem, a criatura acorda de seu sono nas trevas e nos conta a história de Gwyn e a Primeira Chama, e como é o nosso destino tomar o lugar dele, realimentando a Era do Fogo.

A Cidade dos Mortos e a Floresta Negra
Tão logo deixamos o esgoto que leva a sujeira da cidade dos mortos, entramos na cidade propriamente dita. Repleta de soldados Vazios de Lordran, enfrentamos uns poucos desafios até chegarmos a bonfire na torre cuja escada fora destruída. Seguindo adiante, temos acesso a parte baixa da cidade, onde encontramos assassinos escondidos em cada esquina e corpos em chamas. 

E qual a razão disso? Sendo uma cidade de mortos, não existe a necessidade de se preocupar com doenças. Seria para se proteger da criatura que agora habita a cidade? Ou para proteger a criatura propriamente dita? 

Um demônio cabra, nos explica o vendedor da parte alta da cidade. Que fica próximo ao acesso das Profundezas, guardando a chave desse local. O Capra Demon, um demônio saído das ruínas demoníacas, que veio parar na parte baixa da cidade dos mortos, enquanto seu "companheiro" de viagem, o "demônio touro", nas palavras do mesmo vendedor, guarda a passagem à catedral dos mortos. 

Não, o demônio cabra não precisa de proteção. Está claro que ele está ali à mando das forças de Izalith, para parar, de qualquer forma o nosso avanço. Qualquer não-morto que não concordasse, seria destruído. O que pode ser provado pelos mortos que carregam as tochas na parte baixa, mais à distância dos assassinos e demais forças que atuam ali, e próximos um corpo recente. 

Voltando a parte alta da cidade, avançamos até chegar a uma torre bastante grande, com escadas em espiral. Atravessando a porta, diretamente a frente da entrada, descemos as escadas até encontrar o antigo general de Gwyn, Havel A Rocha. 

Preso ali, sabe-se lá por quantos séculos, o guerreiro caiu e se tornou Vazio. É impossível conversar com a força bruta de Havel, que mal lhe vê e parte para o combate, usando o dente de dragão que lhe foi dado por Gwyn. 

Seguindo as escadas até o topo, chegamos a muralha externa de Lordran, onde o demônio touro nos espera. Ao passarmos por ele, seguindo a esquerda, encontramos o mais honrado guerreiro em Lordran, Solaire. Guerreiro Undead que busca se aproximar do sol, que tanto o fascina. 

Um guerreiro que traçou o mesmo caminho que nós, um guerreiro undead que também escapou do Asilo, com o intuito de cumprir a profecia. Mas em Dark Souls, não existem finais felizes. 

Deixando Solaire para trás, somos atacados pelo Hellkite Drake, um parente distante dos Dragões Ancestrais, no entanto, ainda muito poderoso. 

Ao meio desta ponte, existe um acesso à bonfire do Undead Burg, e através de uma ponte inferior, uma espécie de acesso secundário à Undead Parish. 

Mantendo o caminho por sobre a ponte, chegamos a mais uma bonfire, a frente da estátua de uma mulher com um bebê. Ao lado desta, uma estátua deste filho, o Deus da Guerra, filho de Lorde Gwyn. 

À esquerda, chegamos às escadarias que dão acesso à catedral dos mortos, as diversas forças espalhadas por essa região, composta de um monstro javali coberto de armadura de escamas, quase uma dezena de guerreiros não-mortos de Balian e um mago canalizador. 

Uma força respeitável dessas foi destacada para encontrar novas "voluntárias" para as experiências de Seath. 

Passando por entre os bancos da catedral, temos os elevadores que nos levam a Firelink Shrine, centenas de metros abaixo, e a ponte que nos leva à Fortaleza de Sen, onde um cavaleiro de Catharina espera que os portões sejam abertos, para que possa ele, encerrar a maldição dos não mortos. E a floresta de Darkroot.
Ascendindo ao segundo piso da catedral, encontramos o canalizador e um grupo de não-mortos, na certa seu rebanho, pois o ignoram e nos atacam a primeira vista. 

Um guerreiro misterioso, cuja armadura parece abraçá-lo, está preso, em uma cela de trás de uma porta barrada, em um canto mais escondido da estrutura. Lautrec é seu nome. 

Lautrec segue uma agenda própria, uma vez que, mesmo tendo muito rancor das guardiãs das chamas, acaba preso pelas forças de Seath. 

No topo da catedral encontramos os últimos guardiões deste Sino do Despertar, as Gárgulas. Mais além, um Pardoner de Carin, discípulo de Velka. E então. O sino propriamente dito. Do topo da torre do Sino, podemos ver com perfeição a Fortaleza de Sen, um lugar repleto de armadilhas e monstros. 

Voltando ao térreo da catedral, seguindo pela ponte que segue por sobre a copa das árvores, chegamos à uma torre que dá acesso a Fortaleza de Sen, mais abaixo ao ferreiro de Astora, e então, passando pelo demônio de titanite, ao Jardim de Darkroot. 

Seguindo pelo jardim, encontramos diversos Ents, arbustos vivos, pela influência da magia no lugar, provavelmente reflexo de Oolacile, séculos antes. Estes Ents estão cobertos do musgo que amplia a nossa resistência a venenos e toxinas. 

Ainda influência da magia de Oolacile, e as trevas que habitam aquele tempo e espaço, temos os antigos guerreiros de pedra, que mantém sua agressividade, mesmo séculos depois. 

Mais adiante, encontramos duas criaturas-gatos gigantes, na certa crias de Alvina e Sif, pois guardam a aparência de Alvina e dimensões de Sif. 

Retornando pela floresta, encontramos uma escada, a qual nos levará até uma cachoeira. Dali, podemos ver o que nos aguarda no lago, abaixo. Uma enorme Hidra. 

Guardiã de Seath, para o acesso à Oolacile, uma fenda temporal próxima. 

Oolacile, o reino esquecido pelo tempo, onde hoje as raízes negras e as trevas imperam, em uma espécie de sombra do passado. Suas diversas construções podem ser contempladas, ao menos o que restou destas, em nosso tempo. 

Deixando o lago, destruindo os golens de cristal, podemos seguir para a cidade dos mortos, pela torre onde Havel, a Rocha estava preso, ou descer ainda mais.

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